De que me dianta a fala
E tampouco o volátil perfume
de salgada lágrima
Se o vigor da juventude
Se esvai em pequenos goles.
Anuais tragos brindados
Exorcisando a mim.
Tomado de um desespero
Ponho-me em luto,
Faço 22 minutos de silêncio.
Uma penitência pura, lírica
Quase martírica.
Para mais tarde saber
Que mesmo passados 22 anos
A dor é a mesma,
O sangue sangra do mesmo jeito
mas a dor aumenta.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
domingo, 22 de novembro de 2009
Estranhamente feliz
ligeiramente aéreo
Desorientado...
Na intenção do teu abraço
Que fito o pensamento.
Traz tua boca pra minha
Que sedenta espera
Pelo fim da saudade.
A conversa
Pra encurtar a distância
que de indelével
Torna-se assunto e lamento.
Pois de um rio ao outro
ainda nadaria pra ver
A dona de tal encanto.
ligeiramente aéreo
Desorientado...
Na intenção do teu abraço
Que fito o pensamento.
Traz tua boca pra minha
Que sedenta espera
Pelo fim da saudade.
A conversa
Pra encurtar a distância
que de indelével
Torna-se assunto e lamento.
Pois de um rio ao outro
ainda nadaria pra ver
A dona de tal encanto.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Rum e Cola
Quantas noites mais
Tenho eu que matar
pra que notes?
Quantas garrafas mais
preciso eu embriagar
sem que me cortes ?
Não te peço Vontade
Nem Perdão;
Nem Vaidade,
Nem TESÃO...
Queria só verdade.
É verdade que o rum com cola
me embriaga.
E é de verdade o beijo
que minha cara esfola.
Tenho eu que matar
pra que notes?
Quantas garrafas mais
preciso eu embriagar
sem que me cortes ?
Não te peço Vontade
Nem Perdão;
Nem Vaidade,
Nem TESÃO...
Queria só verdade.
É verdade que o rum com cola
me embriaga.
E é de verdade o beijo
que minha cara esfola.
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